Registro #016: Um mês sem ela e o teste das bolinhas

Alguns foram fáceis e outros difíceis, mas vamos às atualizações sobre os testes com a neuropsicóloga.

Na penúltima sessão foram dois testes: uma redação (que me lembrou o Enem) e um desenho. Ambos livres, tinha liberdade de escolher quaisquer temas. Fui até rápida nisso, mas não antes de ouvir por 10 minutos a importância de eu superar a perda da minha calopsita. Sim, meu leitor, não a encontrei. Aliás, hoje completa 1 mês que ela fugiu e não tem um dia que eu não pense nela. E espero que esteja bem, onde quer que esteja.

A última sessão foi quase um jogo de bolinhas que tinha que colocar na ordem certa, com a regra de quantas vezes podia mover uma. E ainda me deu a novidade de que na próxima tenho que levar meus pais. Para piorar, só dá para o meu pai ir. Não sei se lembra ou sabe… meu pai não é muito a favor de psiquiatra, psicólogo e qualquer coisa do género. Mas ele vai. Só tenho receio do que ele pode falar, mas avisei a ela sobre ele…

Tirando isso, tudo continua um grande caos, que em breve irei atualizar e tentar… novamente… colocar em ordem (ou perto disso).

Contei que meio que parei de fazer lives e conteúdo para as redes sociais? Conto outro dia.

Atenciosamente, sua Andyy.

Registro #011: A verdade, a nota e a consciência

Dizem que “mente vazia é oficina do diabo”. Bem, a minha está cheia. Tão cheia que transborda.

Vamos a um caso específico: um projeto em grupo. Havia uma pessoa na equipe que simplesmente não fazia nada. E quando fazia, era na base da pressão extrema. No dia da entrega, faltando poucas horas para o prazo final, o aviso: “minha parte não está pronta”. Detalhe: essa foi a dinâmica desde o primeiro dia.

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Registro #006: Relatório do meu aniversário

Eu pensei seriamente em deixar para amanhã, mas, para provar a você (e a mim mesma) que estou tentando manter minha palavra de que irei escrever nem que seja uma linha todo dia, aqui estou.

Resumo do meu aniversário: minha mãe lembrou, meu pai esqueceu, mas quando foi lembrado, fez dois bolos para compensar (eu nem gosto tanto de bolo, mas ficaram bons). Meus amigos esqueceram. Apenas duas lembraram, e uma delas eu não vejo há quase 10 anos (eu também esqueci o aniversário dela; provavelmente ela viu no Facebook, ou a memória dela é muito boa). Ah, claro, minha avó lembrou — ela nunca esquece — e uma tia por parte de pai.

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Registro #004: Jogando contra a autocrítica

Eu tinha um sonho — e não vale julgar, não se deve julgar os sonhos de alguém. Quer dizer, eu até julguei meu pai quando ele disse que um dos sonhos dele era ter um aspirador de pó. Dei risada. Ele comprou: era um trambolho grande para um apartamento pequeno, acabou não usando e o doando depois. Hoje em dia, temos um compacto que também não usamos muito; só ele usa quando lembra que tem.

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